A Política de Privacidade explica como dados pessoais podem ser coletados, utilizados, armazenados, protegidos e, quando necessário, compartilhados no contexto de uso do AdLoop. Em linguagem simples, ela serve para mostrar quais informações podem existir na operação da plataforma e por que elas são necessárias.
Este artigo é uma explicação prática. Ele não substitui a Política de Privacidade oficial nem documentos jurídicos específicos. Use este conteúdo para orientar usuários, administradores de conta, gestores de redes e equipes internas sobre os principais cuidados com privacidade.
No Brasil, a LGPD define dado pessoal como qualquer informação relacionada a uma pessoa natural identificada ou identificável. A ANPD também orienta que titulares têm direitos como confirmação de tratamento, acesso, correção e eliminação em determinadas situações. citeturn116884search2turn116884search1
O AdLoop é uma plataforma operacional. Para funcionar, pode tratar dados ligados ao uso da conta, aos usuários administradores e à operação das telas.
Exemplos de dados que podem existir:
Esses dados são diferentes dos dados das pessoas que apenas passam na frente das telas. Em uma operação padrão de digital signage, o AdLoop gerencia conteúdo e exibição; não significa, por si só, identificação automática de pessoas no ambiente.
Os dados tratados pelo AdLoop podem ser usados para finalidades operacionais, contratuais, comerciais, técnicas e de segurança.
Finalidades comuns:
Um dado não deve ser coletado “por curiosidade”. Ele precisa ter finalidade. Essa é uma premissa importante de privacidade: coletar o necessário, usar com propósito definido e proteger o acesso.
Em regra, o uso do AdLoop para exibição de campanhas em telas não exige identificar individualmente quem está olhando para a tela.
O sistema pode registrar que uma mídia foi exibida em determinado dispositivo, horário ou campanha. Isso é diferente de identificar uma pessoa física no ambiente.
Exemplo:
São coisas diferentes. O primeiro é um registro de exibição. O segundo envolve dado pessoal e exigiria outra lógica, outra base legal e outros cuidados.
Se o cliente utilizar tecnologias externas, câmeras, sensores, Wi-Fi tracking, formulários, QR Codes, landing pages ou integrações que coletem dados de pessoas, essa operação precisa ser analisada separadamente. Nesses casos, pode haver responsabilidades adicionais do cliente e necessidade de avisos, bases legais e políticas específicas.
O acesso aos dados deve ser limitado às pessoas que realmente precisam operar, administrar ou dar suporte à conta.
Boas práticas:
Em redes, franquias e operações multiunidade, a organização de acessos é parte essencial da privacidade. Um usuário com permissão ampla pode visualizar ou alterar informações de várias unidades.
Dados podem ser compartilhados quando necessário para operação da plataforma, suporte, infraestrutura, cumprimento legal, cobrança, segurança ou execução de contrato.
Exemplos de situações em que pode haver compartilhamento:
O ponto central é que compartilhamento deve ter finalidade legítima e não deve ocorrer sem necessidade operacional ou base adequada.
A segurança de dados depende de medidas técnicas da plataforma e de medidas operacionais do cliente. Não adianta a plataforma ter controles se a conta usa senha fraca, usuários compartilhados e permissões mal distribuídas.
Cuidados recomendados:
A LGPD prevê direitos para titulares de dados pessoais, incluindo confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, bloqueio ou eliminação em determinadas situações. A ANPD orienta que pedidos que envolvam origem dos dados, inexistência de registro, critérios utilizados e finalidade devem ser atendidos em até 15 dias, quando aplicável. citeturn116884search1
Na prática, uma pessoa pode solicitar informações sobre seus dados, pedir correção ou solicitar exclusão, conforme o caso. O atendimento pode depender da confirmação da identidade do solicitante e da avaliação de obrigações legais, contratuais ou de segurança.
Relatórios e proof-of-play são registros operacionais sobre a entrega das campanhas. Eles podem indicar campanha, mídia, dispositivo, horário, período e quantidade de exibições. Esses registros ajudam a comprovar que uma mídia foi exibida.
Esses dados devem ser tratados com cuidado, principalmente quando enviados a anunciantes ou parceiros. Envie apenas o que for necessário para comprovar a entrega. Evite expor dados internos da operação sem necessidade.
Não. Os Termos explicam regras de uso da plataforma. A Política de Privacidade explica como dados pessoais são tratados.
Na operação padrão de exibição de conteúdo, não. O AdLoop registra exibições em telas e dispositivos, não a identidade individual de quem viu a tela.
Sim, você pode solicitar. O pedido será analisado conforme a legislação aplicável, obrigações contratuais, necessidade de retenção e segurança.
Evite. Não publique CPF, documentos, telefones pessoais, informações sensíveis ou dados de terceiros sem base, autorização e necessidade clara.
Normalmente, relatórios de exibição são dados operacionais. Porém, se forem combinados com informações que identifiquem pessoas, podem passar a envolver dados pessoais.
Revise sua operação interna: quem tem acesso, quais dados são usados, quais integrações existem, quais formulários coletam dados e quais relatórios são enviados a terceiros. Privacidade não é só documento; é rotina de operação.
Você chegou até aqui lendo a central de ajuda. Isso é um ótimo sinal.
Quando quiser ver a plataforma que está por trás de tudo isso, é só visitar o site.