O AdLoop organiza a operação de telas comerciais em uma lógica simples: uma tela física precisa estar conectada a um dispositivo, esse dispositivo precisa carregar o Player e o Player precisa receber campanhas, playlists e programações configuradas no painel.
Esse artigo foi escrito para reduzir improviso. Em operações pequenas, um erro em um dispositivo gera incômodo. Em operações com várias telas, o mesmo erro vira perda de controle, conteúdo vencido, tela apagada e dificuldade para comprovar entrega. Por isso, trate cada dispositivo como um ponto operacional da sua rede, não apenas como uma TV ligada na parede.
No AdLoop, um dispositivo é o ponto técnico responsável por exibir o conteúdo em uma tela. Ele pode ser uma TV com navegador, um Android TV Box, um Mini PC Windows, um Raspberry Pi, uma tela profissional Samsung Signage ou outro equipamento compatível.
A tela é o monitor físico. O dispositivo é o equipamento ou ambiente que executa o Player. O Player é a interface que recebe a programação do AdLoop e mostra as mídias conforme campanhas, playlists, horários e regras configuradas.
Essa distinção é importante porque, em uma operação profissional, você não gerencia apenas “TVs”. Você gerencia pontos de exibição. Cada ponto precisa ter nome, localização, status, programação e histórico.
Imagine uma academia com três telas:
Fisicamente, são três TVs. Operacionalmente, no AdLoop, cada uma deve ser tratada como um dispositivo ou ponto de exibição diferente, pois cada ambiente pode exibir conteúdos diferentes. A recepção pode mostrar planos e avisos. A musculação pode mostrar parceiros, campanhas e chamadas comerciais. A sala de aulas pode mostrar horários, orientações e avisos internos.
Quando o dispositivo está bem cadastrado, a operação ganha controle. Você sabe onde cada tela está, o que deveria estar rodando, se ela está online ou offline e quais campanhas foram exibidas. Isso permite escalar a operação sem depender de memória, planilhas ou troca manual de conteúdo.
O dispositivo é a base da comprovação. Se a campanha roda em uma tela, o AdLoop precisa identificar onde ela foi exibida. Por isso, nomes genéricos ou cadastros duplicados prejudicam relatórios e auditoria.
Uma estrutura correta permite responder perguntas como:
Antes de alterar qualquer configuração, confirme estes pontos:
Para implantação inicial, use uma única tela como piloto. Valide conexão, pareamento, tela cheia, reinicialização automática, economia de energia e exibição da campanha. Depois replique o padrão para as demais telas.
Depois de configurar, não considere a operação concluída apenas porque a tela “abriu”. Valide o ciclo completo:
Se qualquer etapa falhar, corrija antes de escalar para outras telas.
Acione o suporte quando a validação básica não resolver o problema. Para acelerar o diagnóstico, envie:
Quanto mais específico for o relato, menor será o tempo de diagnóstico.
Depende do objetivo. Para testes, uma TV com navegador pode funcionar. Para operação contínua, é melhor usar um dispositivo mais estável, como Android TV Box, Mini PC, Raspberry Pi bem configurado ou tela profissional compatível.
Ele precisa ficar ligado durante o período em que a tela deve exibir conteúdo. Se a campanha depende de horário comercial, o dispositivo deve estar ativo nesse período.
Sim, mas conexão cabeada tende a ser mais estável. Em locais com muita interferência, distância do roteador ou rede compartilhada, o Wi-Fi pode gerar quedas e status offline.
Teste em uma tela piloto. Valide Player, campanha, playlist, tela cheia, energia, internet, reinício automático e relatório. Depois replique.
Padronize hardware, nome dos dispositivos, configuração de energia, forma de pareamento e rotina de monitoramento. O erro nasce quando cada unidade configura de um jeito.
Depois de concluir este processo, revise se o dispositivo está bem nomeado, pareado, em tela cheia, sem economia de energia e com uma campanha de teste ativa. O AdLoop funciona melhor quando cada tela deixa de ser improviso e passa a ser tratada como ponto controlado de comunicação, exibição e comprovação.
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Quando quiser ver a plataforma que está por trás de tudo isso, é só visitar o site.