O proof-of-play é o registro usado para comprovar que uma mídia foi exibida em uma tela, dentro de uma campanha, em determinado período. No contexto do AdLoop, ele ajuda a transformar a operação de telas digitais em uma operação mensurável, auditável e mais profissional.
Em vez de depender apenas de prints manuais, fotos enviadas por colaboradores ou confirmação informal de que “a campanha está passando”, o proof-of-play cria uma base de evidências sobre a entrega do conteúdo. Isso é especialmente importante quando a tela é usada para publicidade, comunicação comercial, mídia de parceiros, campanhas institucionais ou prestação de contas para terceiros.
O proof-of-play responde a uma pergunta central:
A mídia realmente foi exibida?
Quando uma campanha é exibida em uma tela conectada ao Player do AdLoop, a plataforma pode registrar informações relacionadas à execução do conteúdo. Esses registros ajudam a acompanhar se a campanha está rodando, em quais telas, em quais períodos e com qual volume de exibições.
Na prática, o proof-of-play serve para:
A estrutura exata do relatório pode variar conforme a configuração da conta e a evolução da plataforma, mas um proof-of-play costuma trabalhar com informações como:
O objetivo não é apenas mostrar números. O objetivo é criar rastreabilidade.
Um print ou foto da tela mostra um momento isolado. Ele pode ser útil para validação visual, principalmente no início de uma campanha, mas não prova toda a entrega.
O proof-of-play tem outra função. Ele organiza registros de exibição ao longo do tempo. Por isso, é mais adequado para análise operacional e prestação de contas.
Exemplo simples:
A foto valida aparência. O proof-of-play valida execução.
Use proof-of-play sempre que houver necessidade de comprovar entrega. Isso vale para operações simples e, principalmente, para operações comerciais.
Situações comuns:
Se existe compromisso de entrega, deve existir comprovação.
O caminho exato pode variar conforme a versão do painel, mas o fluxo recomendado é:
Caso a conta tenha muitos dispositivos, use filtros por campanha, unidade, tela ou período. Isso evita leitura confusa e melhora a prestação de contas.
Ao analisar o relatório, observe mais do que apenas o total de exibições.
Verifique:
Um relatório bom não é apenas um número alto. Um relatório bom é coerente, rastreável e explicável.
Imagine uma academia com 6 telas. Um nutricionista local contratou uma campanha de 7 dias para divulgar uma avaliação nutricional.
A operação correta seria:
Nesse cenário, o proof-of-play ajuda a mostrar que o anúncio não foi apenas “colocado no sistema”, mas efetivamente registrado durante a campanha.
Não. Proof-of-play comprova registro de exibição. Audiência estima quantas pessoas podem ter sido impactadas. São métricas diferentes.
Não. Ele registra a exibição do conteúdo. A atenção do público depende de fatores como localização da tela, fluxo de pessoas, qualidade da arte, tempo de exposição e contexto do ambiente.
Sim, desde que o modelo comercial esteja claro. O relatório ajuda a comprovar entrega, mas a forma de cobrança deve estar definida no contrato ou proposta comercial.
É recomendável exportar quando a campanha envolver parceiro, anunciante, unidade franqueada ou prestação de contas formal.
Verifique se houve dispositivos offline, campanha pausada, período incorreto, mídia removida, tela desligada ou configuração errada de programação.
Depois de entender o proof-of-play, avance para os relatórios por campanha, por dispositivo e por período. Essa leitura combinada permite identificar não apenas se uma mídia foi exibida, mas onde, quando e com qual consistência.
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Quando quiser ver a plataforma que está por trás de tudo isso, é só visitar o site.