Na operação padrão, o AdLoop gerencia campanhas, mídias, playlists, dispositivos e relatórios de exibição. Isso não significa que a plataforma identifique individualmente as pessoas que passam na frente das telas.
O AdLoop pode registrar que uma mídia foi exibida em uma tela, em determinado horário ou período. Esse registro é usado para operação, auditoria e proof-of-play. Ele não é, por si só, a identificação de quem viu o conteúdo.
Este artigo ajuda a separar três conceitos que costumam ser confundidos: exibição comprovada, audiência estimada e identificação de pessoas.
Exibição comprovada significa registrar que uma mídia foi reproduzida pelo Player em uma tela ou dispositivo.
Exemplo:
Isso mostra que a campanha passou na tela. Não mostra quem olhou para a tela, quanto tempo olhou, se comprou depois ou se era uma pessoa específica.
Identificação pessoal seria algo como:
Esse tipo de informação envolve dado pessoal e não faz parte da operação padrão de exibição do AdLoop.
Em mídia OOH e DOOH, é comum trabalhar com audiência estimada. Isso pode envolver dados médios de fluxo, perfil do ambiente, volume de clientes, horários de maior movimento ou estimativas fornecidas pelo estabelecimento.
Exemplo:
Essas informações ajudam a estimar alcance, mas não identificam indivíduos. Elas servem para planejamento comercial e análise de mídia.
Embora o AdLoop não precise identificar pessoas para exibir campanhas, alguns usos complementares podem envolver dados pessoais.
Exemplos:
Nesses casos, a coleta pode ocorrer fora da tela ou por meio de sistemas integrados. A responsabilidade e os cuidados devem ser avaliados conforme o fluxo real.
Imagine uma clínica que exibe uma campanha com QR Code para agendar avaliação.
O AdLoop pode registrar que a campanha foi exibida na tela da recepção. Se o paciente escanear o QR Code e preencher um formulário, os dados fornecidos no formulário estarão ligados à ferramenta que recebeu o cadastro, não necessariamente ao registro de exibição da tela.
A operação completa deve ser analisada assim:
Se uma campanha leva o público para uma página que coleta dados, siga boas práticas:
A LGPD considera dado pessoal qualquer informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável. Por isso, nome, telefone, e-mail e outros dados fornecidos em formulários devem ser tratados com cuidado. citeturn116884search2
Relatórios do AdLoop podem mostrar dados operacionais como:
Esses relatórios servem para comprovar entrega de mídia, mas não devem ser interpretados como lista de pessoas impactadas.
Evite dizer a anunciantes que o AdLoop “sabe quem viu a campanha”, se essa informação não existe. O correto é diferenciar:
Misturar essas métricas prejudica a confiança comercial e pode criar problemas de privacidade.
Na operação padrão descrita aqui, não. O AdLoop gerencia exibição de conteúdo e registros de campanhas. Qualquer tecnologia de câmera, sensor ou identificação deve ser analisada separadamente.
O AdLoop pode registrar exibições da mídia. Quantidade de pessoas que passaram ou olharam para a tela depende de estimativas, sensores externos ou dados do ambiente, quando existirem.
Sim, desde que você apresente como estimativa e não como identificação individual. Seja claro sobre a origem dos dados.
Depende da ferramenta usada no destino do QR Code. Se o QR Code leva para uma página externa, os dados normalmente são tratados por essa página ou sistema externo.
Sim, como análise comercial. Mas evite transformar dados agregados em identificação individual sem base adequada.
Ao apresentar resultados para anunciantes, use três camadas separadas: exibições comprovadas pelo AdLoop, audiência estimada do ambiente e conversões medidas por QR Code ou ferramenta externa. Essa separação aumenta confiança e reduz risco.
Você chegou até aqui lendo a central de ajuda. Isso é um ótimo sinal.
Quando quiser ver a plataforma que está por trás de tudo isso, é só visitar o site.