Este artigo faz parte da base de ajuda do AdLoop sobre suporte, implantação, operação assistida e acompanhamento da plataforma.
O AdLoop é usado para operar telas comerciais, campanhas, mídias, dispositivos, relatórios e rotinas de exibição. Por isso, quando algo precisa de suporte, a análise fica mais rápida quando o chamado descreve o cenário real: qual conta está sendo usada, qual tela foi afetada, qual campanha deveria aparecer, qual mídia foi publicada, em qual horário o problema aconteceu e quais testes já foram feitos.
Antes de acionar o suporte, vale fazer uma checagem simples: confirmar se o dispositivo está ligado, conectado à internet, com o Player aberto, com campanha ativa e com mídia válida. Isso evita que problemas locais de energia, rede, navegador, cache ou configuração sejam tratados como falha da plataforma.
O AdLoop não é apenas uma ferramenta para “colocar imagem na TV”. Ele organiza uma operação de telas, campanhas, mídias, dispositivos, relatórios e, em muitos casos, venda de espaços comerciais. Se a equipe não entende esse fluxo, a plataforma vira uma sequência de tentativas e erros.
Preparar a equipe significa criar clareza sobre papéis, processos, padrões e responsabilidades.
Toda equipe que opera o AdLoop deve saber:
Esse conhecimento básico reduz dependência de uma única pessoa e evita erros simples em escala.
Em operações pequenas, uma pessoa pode fazer tudo. Em operações maiores, é melhor separar responsabilidades.
Papéis comuns:
Cuida da estrutura geral, usuários, permissões, unidades e padrões.
Cria e edita campanhas, seleciona telas e acompanha publicação.
Organiza arquivos, revisa formatos, nomes, pesos e qualidade visual.
Verifica TV, internet, Player, energia, navegador e equipamento.
Acompanha campanhas pagas, anunciantes, proof-of-play e relatórios finais.
Nem toda empresa precisa desses papéis formais, mas toda operação precisa saber quem responde por cada parte.
Antes de escalar, defina padrões simples:
Exemplo de padrão de campanha:
2026-05 | Unidade Centro | Campanha Dia dos Namorados | Parceiro X
Exemplo de padrão de dispositivo:
Unidade Centro - Recepção - TV 01
A equipe deve praticar:
Sem esse ciclo completo, a pessoa ainda não está pronta para operar sozinha.
Em redes, a preparação deve ser mais rigorosa:
O erro clássico de redes é deixar cada unidade operar “do seu jeito”. Isso destrói padronização e dificulta suporte.
Uma rotina simples pode seguir este modelo:
Revisar campanhas da semana, datas, mídias e telas.
Validar dispositivos offline e corrigir problemas locais.
Revisar campanhas comerciais e conteúdos de parceiros.
Checar relatórios parciais e ajustar campanhas se necessário.
Encerrar conteúdos vencidos, exportar relatórios e preparar a próxima semana.
Essa rotina evita que telas fiquem abandonadas com conteúdo antigo.
A equipe está mais madura quando:
Não necessariamente. Treine quem opera, aprova, acompanha relatórios ou resolve problemas locais.
Pode, mas isso tende a gerar bagunça quando o número de telas cresce. O ideal é definir padrões desde o início.
O ciclo básico: mídia, campanha, dispositivo, Player e relatório.
Teste primeiro em uma tela, padronize nomes, revise datas e defina quem pode publicar.
Escolha uma tela de teste, uma mídia simples e uma campanha curta. Peça para cada operador executar o fluxo completo. Quem não consegue concluir esse ciclo ainda não deve publicar campanhas em produção sem acompanhamento.
Você chegou até aqui lendo a central de ajuda. Isso é um ótimo sinal.
Quando quiser ver a plataforma que está por trás de tudo isso, é só visitar o site.